sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

ARTIGO DE OPINIÃO

Trabalho Infantil: Uma infância perdida!

Em 1989, a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu princípios para leis de proteção à infância.No Brasil, em 1990, o estatuto da Criança e do adolescente (ECA) determinou que pessoas de até 12 anos serão considerados crianças, e de 12 a 18 anos, adolescentes.Desde 2000,ficou proibido o trabalho aos menores de 16 anos,exceto na condição de aprendiz.


O trabalho infantil é um problema gravíssimo e intolerável, uma calamidade que teima em não ter fim. É uma forma de violação dos direitos humanos, há o desrespeito pelas leis morais, excluindo o direito de igualdade entre as crianças.
No país, milhares de crianças e adolescentes deixam de ir à escola e de ter seus direitos preservados, trabalhando ainda na infância,tornando um problema muitas vezes “invisível”para as autoridades competentes que não conseguem fiscalizar, controlar essa prática.È impossível para uma criança estudar e trabalhar ao mesmo tempo.Várias são as conseqüências para sua vida:exclusão da escola, da vida comunitária, do lazer, da família, da prática de esportes, da arte e da cultura.
O trabalho infantil é conseqüência da desigualdade social, a má distribuição de renda, causando o desequilíbrio familiar e, conseqüentemente obrigando os filhos a trabalharem em condições perigosas,  insalubres e ilegais, como na prostituição, tráfico de drogas, nas minas de carvão, nas ruas....
Na contra mão há aqueles adolescentes que fazem do trabalho uma oportunidade de emprego para que futuramente tenham experiências e consigam um emprego para garantir o seu próprio sustento, isso traz disciplina e afasta de atividades ilícitas.
Contudo, uma efetiva superação do trabalho infantil depende de cada cidadão, da sociedade civil e do poder público em todos os níveis, trabalhando na fiscalização e na ampliação de políticas publicas como educação, cultura, assistência social, transporte, entre outras.


Professora Dirce.

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